domingo, novembro 05, 2006

Quem foi [?]



"Deixa o coração

Ter a mania de insistir em ser feliz

Se o amor é o corte e a cicatriz

Pra quê tanto medo

Se esse é o nosso jeito de culpar o desej
o"

segunda-feira, outubro 30, 2006

Levanta, Rodrigo!

Conte-me. Faça tudo às claras; melhor assim. Eu sei, tu sabes, rapa! [masquemerda!]
(...) mais do que qualquer nenhum outro alguém, tu é quem sei.
De Tudo.

Tudo vazio; claro, escuro. Paradoxos infindáveis. Incertezas puras. Verdades francas.



E o por que, despretensioso...




segunda-feira, outubro 23, 2006

E pra quê? "Explicar...?!"

O acordar em ti.
Poder dormir sentindo teu doce cheiro no meu corpo e teu gosto indecifrável na minha boca, ainda.

Sol meio de-lado, vento frio invadindo o quarto, tempo de dias à quem, garganta reclamando; nariz gritando. Não...

Literalmente, hoje me levantei por ti. Único porquê de me manter de pé hoje, chama-se Érika.
Dia que nem sei ao certo definir qual é. Mas o que me importa? Hoje, tudo que quero e preciso é você.

Mas, afinal, o que me resta?! Esperar algumas horas, alguns minutos a mais?... Sim.
É o que me resta... sim... O restante concluído.

Por mais longos que pareçam ser; se desfazem (...), perto de ti. Parece mágica, tudo some e ao mesmo tempo tudo reaparece. Medos, vergonhas, incertezas, deixadas de lado, de banda. E tudo, final-e-subitamente, ressurge: cores, sorrisos sinceros, olhares misteriosos. Postos, juntos, numa cela de interminável ternura, mimo e afago.


O Amor, sem tantos porquês ou sem tantas explicações. Mas, convenhamos, quem irá nos entender?

sábado, outubro 07, 2006

O desfigurado-perfeito

Enfim, sossego. Sim, sossego...
Paz, tranqüilidade, harmonia.

Incrivel é o sentir isto. Como se tudo estivesse feito, estivesse terminado e ao mesmo tempo iniciando.

As peças do quebra-cabeça vão se encaixando por elas mesmas. Uma a uma. Elas, que foram colocadas, todas, à minha frente e por desprezo, medo ou ignorância não foram escolhidas ou aceitas.
Agora, talvez por impaciência ou vontade-própria, resolvem vir à tona. Peças de todas as formas e cores possíveis, vermelhas, azuis, redondas, quadradas...
E elas vão, se esquivando, contornando. Encontrando um caminho que mais parecia à desdém.

Impossível era não se ver a linda dança delas.
Dança indecifrável, indiscutível; frenética!
Coloridas, cintilantes, livres.


E alguém, do outro lado gritava:
— Vai, podem ir! A pista de dança está completamente iluminada!



"Através eu vi, só amor é luz."


quarta-feira, setembro 20, 2006

10:22

O tempo que me resta
Não é bem o tempo
Que me foi dado
Retante? Restante!

Já ido...

O tempo que se esvaiou
Não é bem o tempo
Que se foi plagiado
Esvaiante? Esvaziado!

sábado, setembro 09, 2006

A verdade está na cara, mas não se impõe

O que foi que nos aconteceu? No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor, “explicáveis” demais. Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas. Tudo já aconteceu e nada acontece. Os culpados estão catalogados, fichados, e nada rola. A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma situação inédita na História brasileira.

Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias, claro que não esquecemos a supressão, a proibição da verdade durante a ditadura, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada, broxa.

Os fatos reais: com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos. Os culpados são todos conhecidos, tudo está decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os tapes , as provas irrefutáveis, mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo. Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações. Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se vingar. O outro não existe para ele e não sente nem remorso nem vergonha do que faz. Mente compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir poder. Este governo é psicopata.

Seus membros riem da verdade, viram-lhe as costas, passam-lhe a mão na bunda. A verdade se encolhe, humilhada, num canto.

E o pior é que o Lula, amparado em sua imagem de “povo”, consegue transformar a Razão em vilã, as provas contra ele em acusações “falsas”, sua condição de cúmplice e comandante em “vítima”. E a população ignorante engole tudo.

Como é possível isso? Simples: o Judiciário paralítico entoca todos os crimes na fortaleza da lentidão e da impunidade. Só daqui a dois anos serão julgados os indiciados — nos comunica o STF. Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem. A Lei protege os crimes e regulamenta a própria desmoralização. Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis, pois a indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o que escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da mentira desse governo. Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de ser escrito...

Está havendo uma desmoralização do pensamento. Deprimo-me: “Denunciar para quê, se indignar com quê? Fazer o quê?”. A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a nossa língua. Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os raciocínios. A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV, rádio, tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo . A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada testemunha, muda, aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais aos fatos! Pior: que os fatos não são nada — só valem as versões, as manipulações.

No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de nossa política.

Depois surgiram dois grandes documentos históricos: o relatório da CPI dos Correios e o parecer do procurador-geral da República. São verdades cristalinas, com sol a pino. E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de “gafe”. Lulo-petistas clamam: “Como é que a Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem o desplante de ser tão clara! Como que o Osmar Serraglio pode ser tão explícito, e como o Delcídio Amaral não mentiu em nome do PT? Como ousaram ser honestos?”.

Sempre que a verdade eclode, reagem. Quando um juiz condena rápido, é chamado de “exibicionista”. Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram, filhinhos?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de “finesse” do governo de FH, que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava chegando...

Mas agora é diferente. As palavras estão sendo esvaziadas de sentido. Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para coonestar seus crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma novi-língua empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática, dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que está se consolidando no horizonte. Toda a complexidade rica do país será transformada em uma massa de palavras de ordem, de preconceitos ideológicos movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o populismo e o simplismo. Lula será eleito por uma oposição mecânica entre ricos e pobres, dividindo o país em “a favor” do povo e “contra”, recauchutando significados que não dão mais conta da circularidade do mundo atual. Teremos o “sim” e o “não”, teremos a depressão da razão de um lado e a psicopatia política de outro, teremos a volta da oposição mundo x Brasil, nacional x internacional. A esquematização dos conceitos, o empobrecimento da linguagem visa à formação de um novo ethos político no país, que favoreça o voluntarismo e legitime o governo de um Lula 2 e um Garotinho depois.

Assim como vivemos (por sorte...) há três anos sem governo algum, apenas vogando ao vento da bonança financeira mundial, só espero que a consolidação da economia brasileira resista ao cerco político-ideológico de dogmas boçais e impeça a desconstrução antidemocrática. As coisas são mais democráticas que os homens.

Alguns otimistas dizem: “Não... este maremoto de mentiras nos dará uma fome de verdades!”. Não creio. Vamos ficar viciados na mentira corrente, vamos falar por antônimos. Ficaremos mais cínicos, mais egoístas, mais burros.

O Lula reeleito será a prova de que os delitos compensaram. A mentira será verdade, e a novi-língua estará consagrada.



Texto de Arnaldo Jabor (http://www.paralerepensar.com.br/a_jabor_averdadestanacara.htm)

sexta-feira, setembro 08, 2006

Escolha

Eleição
s. f.,
acção de eleger;

preferência;

escolha;

arbítrio;

distinção;

opção;

É, agora é a hora de pensar. Tarefa difícil, essa, porém mais do que necessária, diria; vital. Afinal, são eles os [ditos] governantes que em tempos de guerra, ou eleição, vão até o infinito interior dos estados à procura daquele miserável agricultor que não sabe qual o cheiro do arroz com feijão há dias. E chegam. Eles e seus companheiros, despejando abraços, beijos.
Aproveitadores! Isso que quase todos deles são. Desprezíveis aproveitadores da situação desumana na qual essas pessoas vivem. Coitados. Entedamos a situação deles: desprovidos de qualquer sinal de pensamento crítico, qualquer argumento que seja. E os governantes lá, oferendo vida nova. Escola pros nove filhos, afinal com a tal Vida Nova tudo vai mudar. Hospital, estradas... tudo! Por fim, o Doutor vai mudar toda a nossa vida, não?
-
E nós aqui. Atrás do computador, à frente de tudo... Espectadores de tudo.
Anestesiados.

Não deixe esse teatro permanecer. Não faça só por você, faça também por essas pessoas. Você, que tem a informação e a verdade à sua frente. Julgue-os, critique-os. Faça o hoje, para que haja, enfim, o amanhã. É nosso dever como cidadãos.


"Seja Pensante."

segunda-feira, agosto 28, 2006

Luz & Mistério

Se eu pudesse ter o caminha, se pudesse caminhar pela estrada tão procurada.
Pudesse eu ter.
Seguir esse rumo, nem tanto torto, nem tanto direito. Mas "O Rumo".
Sem mais, nem menos. Porque é, e sempre foi assim: ver rotas falsas, rotas que sempre saem voltando, destruindo... descobrindo.





"Alguma vez você assumiu demagogia, covardia e sordidez / Não acredita em Deus e diz que só se arrependo do que não fez / Qualquer vagabundo condenado é mais decente do que você / Pega os recados no celular / Respira fundo e vai trabalhar"

quinta-feira, agosto 24, 2006

O antigo, eterno

Hoje agradeço por ser assim: meio de lado, sem jeito às vezes, o nunca entendido e sempre desigual. O calado, o sério, o do contra.
Enfim, o antigo e sempre estranho.
O que nunca havia me perguntado, hoje me questiono.

"Por que sou assim?"

Não fui criado assim (muito pelo contrário!). Nunca tive amigos assim. Meus pais, os meus meus verdadeiros porto-seguros, estão bem longe de ser assim. E de novo a pergunta escura e indevida, surge.
E da mesma súbita e inesperada maneira como surge, desaparece. Sem deixar rastros, mágoas, saudades... É como o meu dever-de-casa estivesse, finalmente, cumprido. E lição cumprida com todo mérito.
Parece que estou assim.

Afinal, esse aí, sou eu. [?!]
O moderno e antiquado estranho. Só que agora, em doses moderadas.
Porque só hoje sei qual dor e o prazer em ser você mesmo, incondicionalmente.

sexta-feira, agosto 04, 2006

Novos tempos

É, novos tempos, novos pensamentos, novas necessidades - nem sempre de boa vontade própria. Mas são de extrema importância. E até hoje a fichinha ainda está caindo e a mente/corpo estã/estão se acostumando com a nova e desgastante rotina.

A rotina de estudante. Agora sim, conhecida e mais do que nunca temida.

domingo, julho 30, 2006

A falta

Acho que há pessoas demais em volta de mim, falando demais sobre mim - sempre falando demais.


E só o que eu queria era ter você aqui, falando à toa, rindo à toa. Nos amando assim.

quarta-feira, julho 19, 2006

Explode Coração (Gonzaguinha)

"Chega de tentar dissimular e disfarçar e esconder
O que não dá mais pra ocultar e eu não quero mais calar
Já que o brilho desse olhar foi traidor
E entregou o que você tentou conter
O que você não quis desabafar

Chega de temer, chorar, sofrer, sorrir, se dar
E se perder e se achar e tudo aquilo que é viver
Eu quero mais é me abrir e que essa vida entre assim
Como se fosse o sol desvirginando a madrugada
Quero sentir a dor desta manhã

Nascendo, rompendo, tomando, rasgando meu corpo e então eu
Chorando, gostando, sofrendo, adorando, gritando
Feito louca, alucinada e criança
Eu quero o meu amor se derramando
Não dá mais pra segurar explode coração"


É!

terça-feira, julho 18, 2006

Desabafo!

Sabe esses minutos que fico calado, pensando em tudo e ao mesmo tempo em nada? É porque nesse meu olhar de total desinteresse, o que eu queria mesmo é dizer tudo o que realmente grita aqui dentro. Queria ter coragem e força pra sempre dizer tudo aquilo que quero, e bem na hora que penso. Mas não dá; não consigo, deve ser alguma auto-defesa (mas do quê?? ah!!!), medo, talvez...

Fazer qualquer coisa, por mais fútil que seja, pensar, fantasiar, imaginar, delirar... Tudo se resume à ti. TUDO. Não sei bem se deveria ser assim - mas é!


E tudo o que queria/quero, hoje, te dizer é: "Tô precisando muito de ti, volta logo! Te amo, meu amor."

quinta-feira, julho 13, 2006

O "Adeus"

Um simples Adeus, um prático Tchau, a gente se vê daqui a dez dias.
É, pode parecer simples. Até pra mim - se não estivesse vivendo tudo isso; sentindo tudo isso. Nunca foi tão difícil. Parecia até que as todas as palavras que, naquele momento, saim da minha boca, iam rasgando, cortando, queimando... Deixando as suas próprias marcas. Marcas do Adeus mais difícil da minha vida.

Mas era inevitável, não tinha como escapar dessa auto-tortura. Enfim a hora do Adeus: Ah! Tinha tanta coisa pra te dizer, sentimentos realmente puros. Mas parece que o silêncio se impôs, sem motivo algum. E todos aqueles sentimentos, traduzidos apenas num olhar de, ao mesmo tempo , tristeza e alegria, e em poucas palavras - que resumem tudo.


"Por favor, te cuida lá... Eu te amo muito!"

terça-feira, julho 04, 2006

quit'n


Até mais. Ver. É...

quarta-feira, junho 14, 2006

dias

"Alguma vez você saiu de casa puto pra qualquer lugar
Sentindo raiva e desespero e prometendo nunca mais voltar
Procurando alguém pra visitar, conversar, contar, chorar...
Descobre que já saiu voltando
Que se fodeu vou ter que voltar"

Hoje me lembrei daqueles dias...

domingo, junho 04, 2006

há, sim

É segurando forte a tua mão e olhando firmemente nos teus olhos, que consigo achar forças pra me transformar numa pessoa diferente.

sábado, junho 03, 2006

promessas?

Um dia eu o disse.

Promessas por muitas vezes inconcebíveis. Mas, se Ele quiser;
e eu também - um dia hei de cumpri-las com mérito.

fantasia

Te ter no meus melhores sonhos e imaginações, Érika;
E poder acordar pensando em ti, já poderia ser o suficiente pra mim.
Já poderia fazer de um dia,
O dia.

terça-feira, maio 30, 2006

memórias...

Pego minha caneta. A mesma de sempre, já velha e desgastada pelo tempo.
Tento pensar em algo para passar o tempo. Escrever, não sei... Só queria fazer algo pra relaxar. Desabafar, talvez.
Mas ela, sem motivo algum, não sai do mar agitado de pensamentos da minha cabeça.
E num desses refluxos, me vi voltando no tempo.
Dias... Meses... Anos...
Épocas boas; outras nem tanto, surgiram.
Dias à lembrar. Momentos de emoções que, provavelmente, nunca ocorrerão novamente, se materializam à minha frente. E aquela velha e incessante vontade de voltar no tempo, surge de novo.

Mas algo, subitamente, pára essa vontade.

É, aqueles meses de intensa dor-de-espírito, dessa vez, serviram como um medicamento.


Enfim, isso me serviu de alguma coisa...

sábado, maio 27, 2006

um dia, talvez

Ah se eu conseguisse...
Se eu tivesse a capacidade de demonstrar como você me faz bem. Como você me dá infinitos motivos pra deixar de ser aquele antigo Rodrigo.
Era o pouco que eu queria.
Te mostrar o quão você me faz feliz.

Minha Moreninha. :)

quarta-feira, maio 24, 2006

Do dia 23 de janeiro ao dia 23 de maio.

Ela era uma menina normal, sem privilégios ou vontades supremas.Vivia bem com as pessoas ao redor, mas na verdade nem tinha motivos pra acordar ou viver um pouco mais feliz.E foi aí que, depois de anos -segundo ela- teria parado e prestado atenção em quem, diariamente não fazia nenhuma diferença.Mas naquele dia, como se tudo já estivesse programado; lugar -o lógico-, a roupa, as pessoas, ele, ela.Tudo no seu devido momento.E foi lá, no meio daquele monte de gente que ela intimamente sabia que nem fazia questão de estar lá, que eles começaram a se falar.
Pra falar com toda a minha sinceridade, eu lembro das exatas palavras, mas que agora não vem ao caso.
Depois de ter falado de mim, do momento.Eu chego na segunda parte mais interessada: você.
E sabe, depois de sentar na frente do computador alheio, vir andando, coisa que eu odeio e pensando no que poderia escrever, ou ter te falado ontem, eu resolvi seguir seu conselho, postar aqui.
"Te amo, ah!Cê sabe, né?"
É, acho que dessa parte você já sabe.
Às vezes, eu nem sei o porquê paro tudo o que estou fazendo, ou pensando, me sento no lugar mais próximo e tento imaginar com todas as minhas forças o que você poderia estar fazendo naquele momento, e é nessa hora que eu imagino e descubro o porque de tanto sentimento bom, quando a tua figura sem tua presença, surge na minha mente com tanta força que até faz doer.Existem pessoas, que passaram na minha vida e até hoje eu não sei o porque, de ter deixado elas entrarem, mas com você, tudo foi sempre diferente.
Tudo o que eu nunca imaginava fazer, e além de tudo isso, com quem, eu fiz.
Tudo o que eu nunca imaginei dizer, eu disse.
Tudo o que eu nunca imaginei pensar, pensei.
E foi por você, só por você que isso aconteceu.
E agora, ainda mais agora que eu tenho certeza que você não vai sair da minha vida, eu me entrego, com a mente, com sentimentos, á você.
E por mais que nunca tenhamos conversado sobre isso, eu em pensamento, o fiz.
Uma vez eu disse, que se chamava Rodrigo o motivo da minha felicidade, dos meus dias melhores, do meu sorriso bobo permante.
Pura verdade.
E é por você que controlo atos, que sei que não te fariam bem.
Mas é especialmente por você que hoje, tenho motivos para levantar, feliz.
E se hoje sou feliz, é por você.
Te amo, bestado.
P.S: Parabéns mais uma vez e desculpa o atraso do post.

quinta-feira, maio 18, 2006

fazer o quê?

Fazer o quê se minha vida, sem te ter, se resume à isto: rotina.

Uma rotina sem-vida.
Sem cores,
sem aromas,
sem sabores,
sem emoções...
Um nada.


Eu preciso!... Preciso te ti.

segunda-feira, maio 15, 2006

Meus olhos, teus olhos

Duas luzes não se tocam,
Pois seus brilhos e raios,
Não as deixam.
Como pode então,
A luz dos meus olhos,
Aproximar da luz dos teus?
Poderia ser?
Meus olhos procuram os teus.
E, às vezes, cometem bobagens.
Mas como posso eu,
Pobre ser com amor indefinido,
Impedir meus olhos
De te procurar?

Não sei.

Só sei que te amo.
E que, se teus olhos,
Nunca tocarem os meus,
Meu corpo, dentro e fora,
Minha alma, e, por fim,
Minha mente,
Vão gritar silenciosamente o seu nome,
E chorar de saudades ao lembrar
De teu corpo e teus lábios,
Tocando os meus.


Texto por: Alice Pacheco - minha filha. ©

quinta-feira, maio 11, 2006

AHHH!!!

"- Seguinte, fera, a gente tamo fugido do Americano hoje, então passa logo a máquina pro cara aí.
- QUÊ, RAPÁ?!
- Bora, mermão... Passa logo o teu celular pro cara aí, pra não acontecer nada contigo.
- Senão a coisa vai pegar pro teu lado, brother...
- Argh, puta merda hein... toma aí.
- Isso, isso...
(...)
- Ê RAPÁ, VAMO PASSÁ LOGO O SAL NESSE AQUI?!"


E fugiram. Com o meu LG....

segunda-feira, maio 08, 2006

pra ser sincero

"Eu era tão feliz
E não sabia, amor
Fiz tudo o que eu quis
Confesso a minha dor
E era tão real
Que eu só fazia fantasia
E não fazia mal
E agora é tanto amor
Me abrace como foi
Te adoro e você vem comigo
Aonde quer que eu voe

E o que passou, calou
E o que virá, dirá
E só ao seu lado, seu telhado
Me faz feliz de novo
O tempo vai passar
E tudo vai entrar no jeito certo de nós dois
As coisas são assim
E se será, será
Pra ser sincero, meu remédio é te amar, te amar
Não pense, por favor
Que eu não sei dizer
Que é amor tudo o que eu sinto longe de você"


  • Ah, acho que isso resume.

sábado, maio 06, 2006

minha mente estúpida!

Mas por que ela insiste?!

QUE IDIOTA!

quarta-feira, maio 03, 2006

Carla, a Catita

Pois é, como eu tinha prometido, tá aqui...

Agora, por onde começar? Têm tanta coisa que não foi dita nesses quase três anos de amizade. Muita coisa que gostaria muito de poder te falar, mas por muitas razões, não disse.

Carla Renata: a mais compreensível das meninas que conheci, uma das mais inteligentes de que já tive oportunidade de conversar. A garota que sempre te surpreende com palavras e gestos certos, nas horas certas. É incrível como consegues me surpreender a cada dia com teu jeito único de ser. E não sabes como é bom, a cada dia, descobrir mais um desses valores em ti.

Certamente uma das garotas que eu mais admiro. Você, Carla.
Teu jeito de me contar teus segredinhos.
Teu jeito de sempre arranjar um tempo, e ouvir os meus.

Tu és, Carla, a amiga que todo menino doente e estranho (como adoras me chamar e por incrível que pareça, amo ouvir) sonha em ter.

A estressada, baixinha, pidona e birrenta,
A Carla.
A que, acima de tudo, é amada e admirada por mim, o doente-estranho. ;)


- Eaí, Minnie, como que vai o Mickey?
(...) Sim, tudo vai dar certo!

terça-feira, maio 02, 2006

a mágica

Terça-feira: o dia do retorno.

Estava crente de que hoje seria um dia daqueles. Em que passo mais de 10 horas no colégio. E de nada aproveito. Porque nessas sufocantes horas não é o Rodrigo que realmente está lá.

É bem verdade que hoje, como toda terça é, não foi e nem nunca será o melhor dia da semana. Mas, com toda certeza, as tuas palavrinhas mágicas o tornaram bem melhor.

apenas três.


Três simples palavras, que eu poderia receber qualquer outra pessoa, de quem quer que seja... mas nunca seriam igual as tuas. Porque, pra mim, elas serão sempre coloridas.
É incrivel como mínimas coisas podem se transformar em coisinhas maravilhosas. :)



segunda-feira, maio 01, 2006

um novo Sol

Ah! Nada como um dia após o outro.
Nada melhor do que acordar e ter a certeza absoluta de que hoje o dia vai ser merecedor de se viver.
E só devo agradecer esses dias à você.... Somente à você.
A única pessoa que consegue, inexplicavelmente, me transformar num Rodrigo melhor.


Minha Patetinha... :)

domingo, abril 30, 2006

é...

Bom, acho que criando esse blog eu posso, de uma vez, falar tudo o que quero.

pelo menos eu acho

Então vou logo começar quebrando uma promessa que fiz à algumas pessoas.
A que eu não iria mais ter aqueles Meus momentos. É... Infelizmente.

Hoje mesmo percebi. Vim segurando isso ("isso", porque não sei o definir) desde ontem. Juro que tentei... mas algo deve estar fora do seu devido lugar. Ou talvez eu não esteja no meu devido lugar. Vai saber...
E é isso que tô tentando entender por enquanto.
Mas é isso, então.
Tentei, tentei mesmo. Mas não deu.
E ainda bem que enquanto estava assim, estava só. E só eu mesmo pude ver como eu estava.

Mas já estou acostumado, sabe? Antes era rotina...

súbita vontade de desaparecer


Um dia eu tinha prometido pra mim mesmo que nunca mais iria deixar que essas vontades tomassem conta de mim. Mas dessa vez não deu pra segurar. Tive de novo a sensação antiga, porém, da mesma intensidade. Senti, outra vez, uma imensa vontade de desaparecer. Largar tudo e todos de mão. Sumir!

O que eu não consigo entender é o por quê dessa vontade surgir de novo.

Por quê?!


(...) mas temo essa resposta.