segunda-feira, agosto 28, 2006

Luz & Mistério

Se eu pudesse ter o caminha, se pudesse caminhar pela estrada tão procurada.
Pudesse eu ter.
Seguir esse rumo, nem tanto torto, nem tanto direito. Mas "O Rumo".
Sem mais, nem menos. Porque é, e sempre foi assim: ver rotas falsas, rotas que sempre saem voltando, destruindo... descobrindo.





"Alguma vez você assumiu demagogia, covardia e sordidez / Não acredita em Deus e diz que só se arrependo do que não fez / Qualquer vagabundo condenado é mais decente do que você / Pega os recados no celular / Respira fundo e vai trabalhar"

quinta-feira, agosto 24, 2006

O antigo, eterno

Hoje agradeço por ser assim: meio de lado, sem jeito às vezes, o nunca entendido e sempre desigual. O calado, o sério, o do contra.
Enfim, o antigo e sempre estranho.
O que nunca havia me perguntado, hoje me questiono.

"Por que sou assim?"

Não fui criado assim (muito pelo contrário!). Nunca tive amigos assim. Meus pais, os meus meus verdadeiros porto-seguros, estão bem longe de ser assim. E de novo a pergunta escura e indevida, surge.
E da mesma súbita e inesperada maneira como surge, desaparece. Sem deixar rastros, mágoas, saudades... É como o meu dever-de-casa estivesse, finalmente, cumprido. E lição cumprida com todo mérito.
Parece que estou assim.

Afinal, esse aí, sou eu. [?!]
O moderno e antiquado estranho. Só que agora, em doses moderadas.
Porque só hoje sei qual dor e o prazer em ser você mesmo, incondicionalmente.

sexta-feira, agosto 04, 2006

Novos tempos

É, novos tempos, novos pensamentos, novas necessidades - nem sempre de boa vontade própria. Mas são de extrema importância. E até hoje a fichinha ainda está caindo e a mente/corpo estã/estão se acostumando com a nova e desgastante rotina.

A rotina de estudante. Agora sim, conhecida e mais do que nunca temida.

domingo, julho 30, 2006

A falta

Acho que há pessoas demais em volta de mim, falando demais sobre mim - sempre falando demais.


E só o que eu queria era ter você aqui, falando à toa, rindo à toa. Nos amando assim.

quarta-feira, julho 19, 2006

Explode Coração (Gonzaguinha)

"Chega de tentar dissimular e disfarçar e esconder
O que não dá mais pra ocultar e eu não quero mais calar
Já que o brilho desse olhar foi traidor
E entregou o que você tentou conter
O que você não quis desabafar

Chega de temer, chorar, sofrer, sorrir, se dar
E se perder e se achar e tudo aquilo que é viver
Eu quero mais é me abrir e que essa vida entre assim
Como se fosse o sol desvirginando a madrugada
Quero sentir a dor desta manhã

Nascendo, rompendo, tomando, rasgando meu corpo e então eu
Chorando, gostando, sofrendo, adorando, gritando
Feito louca, alucinada e criança
Eu quero o meu amor se derramando
Não dá mais pra segurar explode coração"


É!

terça-feira, julho 18, 2006

Desabafo!

Sabe esses minutos que fico calado, pensando em tudo e ao mesmo tempo em nada? É porque nesse meu olhar de total desinteresse, o que eu queria mesmo é dizer tudo o que realmente grita aqui dentro. Queria ter coragem e força pra sempre dizer tudo aquilo que quero, e bem na hora que penso. Mas não dá; não consigo, deve ser alguma auto-defesa (mas do quê?? ah!!!), medo, talvez...

Fazer qualquer coisa, por mais fútil que seja, pensar, fantasiar, imaginar, delirar... Tudo se resume à ti. TUDO. Não sei bem se deveria ser assim - mas é!


E tudo o que queria/quero, hoje, te dizer é: "Tô precisando muito de ti, volta logo! Te amo, meu amor."

quinta-feira, julho 13, 2006

O "Adeus"

Um simples Adeus, um prático Tchau, a gente se vê daqui a dez dias.
É, pode parecer simples. Até pra mim - se não estivesse vivendo tudo isso; sentindo tudo isso. Nunca foi tão difícil. Parecia até que as todas as palavras que, naquele momento, saim da minha boca, iam rasgando, cortando, queimando... Deixando as suas próprias marcas. Marcas do Adeus mais difícil da minha vida.

Mas era inevitável, não tinha como escapar dessa auto-tortura. Enfim a hora do Adeus: Ah! Tinha tanta coisa pra te dizer, sentimentos realmente puros. Mas parece que o silêncio se impôs, sem motivo algum. E todos aqueles sentimentos, traduzidos apenas num olhar de, ao mesmo tempo , tristeza e alegria, e em poucas palavras - que resumem tudo.


"Por favor, te cuida lá... Eu te amo muito!"

terça-feira, julho 04, 2006

quit'n


Até mais. Ver. É...

quarta-feira, junho 14, 2006

dias

"Alguma vez você saiu de casa puto pra qualquer lugar
Sentindo raiva e desespero e prometendo nunca mais voltar
Procurando alguém pra visitar, conversar, contar, chorar...
Descobre que já saiu voltando
Que se fodeu vou ter que voltar"

Hoje me lembrei daqueles dias...

domingo, junho 04, 2006

há, sim

É segurando forte a tua mão e olhando firmemente nos teus olhos, que consigo achar forças pra me transformar numa pessoa diferente.