Eu não escrevo por vontade própria. Agora, por exemplo, sei que deveria estar estudando as dezenas de matérias atrasadas, com prova de Cálculo I marcada pra tarde de amanhã... Mas enfim, não sou eu quem estou aqui. E hoje uma conversa com meu médico me deu este ânimo pra rascunhar aqui.
Conversávamos sobre a Psicologia, como um médico ético e racional deve se portar diante de diversas situações: amorosas, suicidas, assassinas. Ele, um médico bem conhecido, velho já, portador d'uma extrema idoneidade, me contava sobre os livros de Irvin Yalom, [não sei ao certo a grafia correta] que também é médico (psiquiatra). Eu, um incipiente leitor, ainda saindo do casulo, começando agora a ler; na mais nobre definição da palavra, estava com o livro "Quando Nietzsche Chorou", desse mesmo autor. E ele disse bem baixo:
- Bom livro, garoto. Já o li.
- Ahn? Ah, sim, o livro! Realmente, é um bom livro. É meio-que uma ficção bastante confiável.
E lá a gente ficou conversando, ou melhor, eu o ouvindo contar histórias e histórias sobre a Psicologia e sobre todos os valores o que ela envolve. Mas, o que mais me anda chamando a atenção é como eu tô conseguindo medir meus limites e usá-los em prol do meu próprio conhecimento. Eu percebo, agora, o quanto consigo ser sincero comigo mesmo, o que não era/é tarefa fácil. É preciso construir um outro "si próprio" olhando em segundo plano, como um supervisor. Mas não que ele seja superior, mas apenas um condutor, uma muleta.
Como de costume, sempre acabo fugindo do meu primeiro propósito a escrever. Esse texto foi um pequeno desabafo. Eu tô considerando isso como um passo. Querendo ou não, passei um bom tempo inerte. Um passo como este é digno de memórias. Aqui estão...
Conversávamos sobre a Psicologia, como um médico ético e racional deve se portar diante de diversas situações: amorosas, suicidas, assassinas. Ele, um médico bem conhecido, velho já, portador d'uma extrema idoneidade, me contava sobre os livros de Irvin Yalom, [não sei ao certo a grafia correta] que também é médico (psiquiatra). Eu, um incipiente leitor, ainda saindo do casulo, começando agora a ler; na mais nobre definição da palavra, estava com o livro "Quando Nietzsche Chorou", desse mesmo autor. E ele disse bem baixo:
- Bom livro, garoto. Já o li.
- Ahn? Ah, sim, o livro! Realmente, é um bom livro. É meio-que uma ficção bastante confiável.
E lá a gente ficou conversando, ou melhor, eu o ouvindo contar histórias e histórias sobre a Psicologia e sobre todos os valores o que ela envolve. Mas, o que mais me anda chamando a atenção é como eu tô conseguindo medir meus limites e usá-los em prol do meu próprio conhecimento. Eu percebo, agora, o quanto consigo ser sincero comigo mesmo, o que não era/é tarefa fácil. É preciso construir um outro "si próprio" olhando em segundo plano, como um supervisor. Mas não que ele seja superior, mas apenas um condutor, uma muleta.
Como de costume, sempre acabo fugindo do meu primeiro propósito a escrever. Esse texto foi um pequeno desabafo. Eu tô considerando isso como um passo. Querendo ou não, passei um bom tempo inerte. Um passo como este é digno de memórias. Aqui estão...
.jpg)
Um comentário:
O comentário que nunca chegou:
Volta a escrever, pequeno! :)
Postar um comentário