segunda-feira, outubro 30, 2006

Levanta, Rodrigo!

Conte-me. Faça tudo às claras; melhor assim. Eu sei, tu sabes, rapa! [masquemerda!]
(...) mais do que qualquer nenhum outro alguém, tu é quem sei.
De Tudo.

Tudo vazio; claro, escuro. Paradoxos infindáveis. Incertezas puras. Verdades francas.



E o por que, despretensioso...




segunda-feira, outubro 23, 2006

E pra quê? "Explicar...?!"

O acordar em ti.
Poder dormir sentindo teu doce cheiro no meu corpo e teu gosto indecifrável na minha boca, ainda.

Sol meio de-lado, vento frio invadindo o quarto, tempo de dias à quem, garganta reclamando; nariz gritando. Não...

Literalmente, hoje me levantei por ti. Único porquê de me manter de pé hoje, chama-se Érika.
Dia que nem sei ao certo definir qual é. Mas o que me importa? Hoje, tudo que quero e preciso é você.

Mas, afinal, o que me resta?! Esperar algumas horas, alguns minutos a mais?... Sim.
É o que me resta... sim... O restante concluído.

Por mais longos que pareçam ser; se desfazem (...), perto de ti. Parece mágica, tudo some e ao mesmo tempo tudo reaparece. Medos, vergonhas, incertezas, deixadas de lado, de banda. E tudo, final-e-subitamente, ressurge: cores, sorrisos sinceros, olhares misteriosos. Postos, juntos, numa cela de interminável ternura, mimo e afago.


O Amor, sem tantos porquês ou sem tantas explicações. Mas, convenhamos, quem irá nos entender?

sábado, outubro 07, 2006

O desfigurado-perfeito

Enfim, sossego. Sim, sossego...
Paz, tranqüilidade, harmonia.

Incrivel é o sentir isto. Como se tudo estivesse feito, estivesse terminado e ao mesmo tempo iniciando.

As peças do quebra-cabeça vão se encaixando por elas mesmas. Uma a uma. Elas, que foram colocadas, todas, à minha frente e por desprezo, medo ou ignorância não foram escolhidas ou aceitas.
Agora, talvez por impaciência ou vontade-própria, resolvem vir à tona. Peças de todas as formas e cores possíveis, vermelhas, azuis, redondas, quadradas...
E elas vão, se esquivando, contornando. Encontrando um caminho que mais parecia à desdém.

Impossível era não se ver a linda dança delas.
Dança indecifrável, indiscutível; frenética!
Coloridas, cintilantes, livres.


E alguém, do outro lado gritava:
— Vai, podem ir! A pista de dança está completamente iluminada!



"Através eu vi, só amor é luz."