quarta-feira, fevereiro 28, 2007

Férias + mp3's

Ando baixando bastante álbuns nessa minha meia-vida de agora. Teoricamente, estive de férias vegetativas desde a ultima prova da federal, dia 29 de janeiro se a memória não me trai.
Desde aí tenho esperado o tal resultado. E ele veio, resultado positivo! E extremamente positivo. Fiquei em segundo lugar no meu curso.

Felicidade transbordando...

Mas sim, dentre estes álbuns que baixei estão bandas que sempre gostei, mas nunca tive tempo de vasculhá-las e entendê-las.
Uma delas é o Sonic Youth. Banda considerada por muitos como underground/independente e tudo mais. Tanto faz. Importante que ela faz música. E aqui vai uma delas, do último disco lançado deles, o Rather Ripped. Baixem-na, ouçam-na e entendam-na (os que consiguirem).

Sonic Youth - 02 - Incinerate

I ripped your heart out from your chest
Replaced it with a grenade blast
Incinerate [x4]
Firefighters hose me down
I don't care i'll burn out anyhow
It's 4 alarm girl nothing to see
Hear the sirens come for me
You dosed my soul with gasoline
You flicked a match into my brain
Incinerate [x4]
The firefighters are so nice
I remember you so cold as ice
Now flames are licking at yr feet
Sirens come to put me out of misery
You wave yr torch into my eyes
Flamethrower lover burning mind
Incinerate [x8]

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Através, estrela

É porque são nessas madrugadas iluminadas, agora cotidianas, que percebo-me mais Rodrigo. Mais fraco por natureza e mais resistente por necessidade. Ouvindo Elis por acaso, queria ouvir algo bom antes de dormir, que me vi ou melhor, me enxuguei de certas lágrimas incertas, perdidas. Lembrando-me de vários viveres passados e presentes. Sim! os presentes... Ah! e como são bonitos. Belos, modelados a tardes e noites de olhares e vozes; e madrugadas em pensamentos regados à tiras de solidão.

Não querendo escolher palavras, só apenas palavreando-as. Encaixando-as; nem lembrando a primeira frase que escrevi, deixo-me levar apenas pelo meu ouvido, por ela. Pela voz dela.
Quase chegando às duas da manhã, vou mudando a estação do meu rádio. Indo e vindo, indo e vindo, após encontrada a música, desconhecida de mim; habitante da minha quase-infinita lista de outras músicas anônimas. Ela é perfeita. Sim... 'laiá, laiá'

Agora sim.

Presenteei-me hoje do meu presente melhor, o presente. Tateando o futuro, cegos por falta de exercício. Atrofiados os olhos meus. Desprenderam-se do amanhã que nos tardava, sempre, a chegar. Vivendo, agora, o cotidiano, o hoje, agora. Sem medo algum, todo ele lacrado no cofre na parte de trás do meu coração. Ficando às trevas, ceifado da luz para que não possa se tentar e migrar novamente, e finalmente, aos meu olhos.
Portanto ou nem tanto assim, julgados os fatos, deixo levar-me.

Levo a ti comigo, sei que queres isso, sei que gostas disso, vives disso.
E faço disso, também, o meu viver.

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

Enfim, o fim (...?)

Mês de dezembro; entrerrolado, bagunçado, distante. Fora e distante do normal, eram reações e atos ríspidos.

Porém, tinha um porquê.




Mas ele acabou.
acabou?